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sábado, 24 de agosto de 2013

Homossexuais perseguem e castigam héteros, diz Nobel da Paz



Por Exame


Varsóvia - O prêmio Nobel da Paz e ex-presidente polonês Lech Walesa disse nesta terça-feira que suas opiniões sobre a homossexualidade levaram ao cancelamento de suas duas conferências nos Estados Unidos, o que demonstra que a minoria gay é "efetiva" e "persegue e castiga a maioria".

Walesa, considerado o herói na luta contra o comunismo e símbolo da chegada da democracia à Polônia, disse há algumas semanas que os homossexuais "deveriam se sentar na última fila do Parlamento ou até mesmo atrás de um muro", e não pretender impor suas posturas minoritárias frente à maioria da população.

Em entrevista à emissora "RMF", Walesa lamentou hoje que as declarações tenham levado ao cancelamento de duas conferências nos Estados Unidos e que ele tenha deixado de ganhar US$ 70 mil.

O político se considera uma "vítima" do "lobby gay", que acusa de "usar sua influência diretamente" contra ele e de ser uma força que se baseia "na dor e no ressentimento".

Após as declarações polêmicas, várias organizações de gays e lésbicas o acusaram de ser um inimigo das minorias, de representar a extrema direita e de ser um antidemocrata.

"Têm que fazer alarde (de sua tendência sexual) diante da maioria?" questionou novamente hoje o político polonês, se referindo à parada anual do orgulho gay em Varsóvia e outras cidades do mundo.

"Deveriam ser recatados, se fechar a sua intimidade, não mostrar (sua sexualidade)", queixava-se o ex-líder do Solidariedade.

A Polônia é um dos países mais conservadores e católicos da Europa, embora, paradoxalmente, seu Parlamento tenha um deputado abertamente homossexual, Robert Biedron, e um parlamentar transexual, Anna Grodzka, ambos do partido anticlerical Movimento Palikot.

Lech Walesa, que tem oito filhos e é reconhecidamente um católico praticante, foi o primeiro presidente da Polônia democrática e suas opiniões ainda são referência entre grande parte da sociedade polonesa.

  Palavras-chave: homossexualismo

Obama critica países que votam leis contra gays e cita Rússia



Por UOL


O presidente americano, Barack Obama, criticou os países que adotam leis discriminatórias contra os homossexuais, após a adoção pela Rússia de medidas que punem a "propaganda" gay.

"Se discriminam com base na raça, religião ou orientação sexual, violam a moralidade básica que penso que deveria transcender cada país", disse Obama ao responder a uma pergunta sobre a adoção da nova lei russa, em um programa noturno de entrevistas, na terça-feira (6).

"Não tenho nenhuma tolerância com os países que tentam tratar os gays, lésbicas ou pessoas transgênero de uma maneira que os intimide ou prejudique", destacou Obama, acrescentando que a Rússia "não é o único país" que adota este tipo de legislação contra os homossexuais.

O presidente americano se referiu a países da África, não citando-os especificamente, onde "gays e lésbicas (também) são perseguidos de alguma maneira".

Uganda, por exemplo, propôs uma medida que defendia a aplicação da pena de morte para a "homossexualidade agravada", um projeto que não chegou a se tornar lei.

"Isto faz com que as coletivas de imprensa sejam incômodas às vezes", disse Obama.

"Mas uma das coisas que acredito que sejam muito importantes para mim é garantir que o povo seja tratado de forma limpa e justa", acrescentou.

A medida tomada pela Rússia e transformada em lei pelo presidente Vladimir Putin permite aplicar multas de mais de 5.000 rublos (156 dólares) a cidadãos que divulgarem informação sobre a homossexualidade entre menores, mas os críticos temem que pode levar a legitimar uma maior discriminação.

Esta lei provocou controvérsias diante da proximidade dos Jogos Olímpicos de Sochi em 2014 e gera preocupação ante a visita de atletas e espectadores gays, que podem enfrentar atos discriminatórios e inclusive ações legais.

Obama minimizou tais temores, afirmando que Putin e a Rússia tinham o maior interesse em garantir que as Olimpíadas funcionem bem.

  Palavras-chave: homossexualismo

HOMOSSEXUALISMO Á LUZ DA PALAVRA DE DEUS

HOMOSSEXUALISMO Á LUZ DA PALAVRA DE DEUS
Quando buscamos o certo, buscamos a verdade. E nada melhor que buscar a verdade na Verdade Eterna, a Palavra de Deus (a Bíblia).
BIBLICAMENTE, o homossexualismo sempre foi rejeitado. Se os tempos são “outros “, isto não importa, porque a Palavra de Deus permanece eternamente (Is 40.8, Mt 5.17-19, 24.35, 1 Pe 1.25). O “modernismo” quer mudar o que é pecado e abominação a Deus (Lv 18.22, 20.13, 1 Co 6.9-10, Rm 1.26-27), em coisa aceitável. 
Nós, os cristãos, não nos amoldamos ao mundo e ao seu pensamento (Rm 12.2), e sabemos o altíssimo valor da Bíblia como norma de vida.
Examine atentamente os textos seguintes: Sl 119.9, 105, Pv  4.12, 30.5, Ez 33.9, Os 14.9, Mc 3.35, Lc 11.28, Ef 6.17, Ap 22.19, e você constatará a grande utilidade e seriedade das Escrituras. Por causa do homossexualismo, duas cidades foram destruídas: Sodoma e Gomorra (Gn 19.4-11).
A Bíblia recomenda:
FUGIR: 2 Tm 2.22, 1 Co 6.18
RESISTIR: Gn 4.7, Tg 4.7
DESVIAR: Pv 4.14-15
ARREPENDER-SE E CONFESSAR: Rm 6.12-14, 1 Jo 1.9
MUDAR DE ATITUDES: 1 Jo 3.8-9, 5.18
REPROVAR: Ef 5.11
DECLARAR VITÓRIA PELA FÉ: Gl 2.20, 1 Jo 5.4-5, Rm 8.37
Conclusão: a prática do homossexualismo (sob qualquer forma) é condenada na Bíblia. O homossexual deve ser ajudado, caso deseje se arrepender e sair das práticas que o escravizam. A libertação é pelo perdão de Deus, manifestada por Cristo, e fortalecimento do Espírito para uma nova vida.

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