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sábado, 25 de fevereiro de 2012

CÂNTICO DOS CÂNTICOS



Esse livro tem sido severamente criticado por causa de sua linguagem sensual. Seu

direito a um lugar na Bíblia é defendido por religiosos de todas as épocas. Muitos o

consideram uma alegoria espiritual do afeto que existe entre Deus e seu povo escolhido,

ou entre Cristo e a igreja.

O livro é um poema oriental. As expressões ardentes só podem ser devidamente

interpretadas pela mente espiritual madura.

Autor: Salomão, de acordo com a tradição.

SINOPSE

O noivo representa a Cristo; a noiva representa a igreja.

I. Comunhão espiritual entre a noiva e o Noivo celestial, 1:1—2:7

II. A noiva perde seu companheiro e o busca, 2:8—3:5

III. Discursos ardentes do noivo e da noiva acerca do amor mútuo e os elogios de

um ao outro, 3:6, 4, 5, 6, 7, 8:14

Expressão-chave: “O meu amado”, título que os crentes dão a Cristo, 2:16.

Texto afim: Sl 45.

Ilustrações complementares

O Noivo celestial

Seu amor cobre todos os defeitos da noiva, Ct 4:7.

Seu regozijo por ela, Is 62:5.

Deu sua vida por ela, Ef 5:25.

Virá reclamá-la, Mt 25:6.

A noiva

Ama o noivo, Ct 2:16.

Sente a própria indignidade, Ct 1:5.

Purificada e vestida com vestes imaculadas, Ap 19:8.

Adornada com as jóias da graça divina, Is 61:10.

Convida para as bodas, Ap 22:17.

O banquete do casamento

Preparado pelo Pai, Mt 22:2.

Preparativos caros, Mt 22:4.

O convite é uma grande honra, Ap 19:9.

O convite, desprezado por muitos, Mt 22:5.

O convite estende-se a todas as classes, Mt 22:10.

O convidado que não usar as vestes nupciais pode ser excluído, Mt 22:11-13.

ECLESIASTES




Título: Emprestado da Septuaginta (v. 4215). Na Bíblia hebraica, é chamado Kohelet.

Embora o significado da palavra seja incerto, tem sido traduzida em português por

“pregador”, ou alguém que dirige uma reunião.

Autor: Indeterminado, ainda que comumente se aceite que tenha sido Salomão, 1:1,2.

A julgar pelo que a Bíblia conta sobre sua vida, muitas das experiências relatadas em

Eclesiastes parecem corresponder às desse rei.

Texto-chave: 12:13.

Expressões-chave: “Inutilidade” e “debaixo do sol”, cada uma ocorrendo mais de 25

vezes.

Conteúdo: O livro contém as reflexões e experiências de um filósofo cuja mente estava

em conflito sobre os problemas da vida.

Após discorrer sobre as próprias desilusões, apresenta o enfoque do materialismo —

epicurista não há nada melhor que o gozo carnal dos prazeres da vida.

À medida que essa idéia aparece repetidamente ao longo do livro, é evidente que o

escritor luta contra ela, ao mesmo tempo em que expressa verdades profundas acerca do

dever e das obrigações do homem para com Deus.

Finalmente, parece sair de suas especulações e dúvidas até alcançar a conclusão nobre

de 12:13. “Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos, porque isso é o essencial

para o homem”.

SINOPSE

I. Cap. 1 e 2

1. Introdução

Reflexões sobre a rotina monótona da vida, 1:1-11.

2. A busca de satisfação e felicidade pelo homem natural

a) Não se encontra na aquisição de sabedoria, 1:12-18

b) Não se encontra no prazer mundano, 2:1-3

c) Não se encontra na arte ou na agricultura, 2:4-6

d) Não se encontra nas grandes possessões, 2:7-11

3. Conclusões

a) O sábio é superior ao insensato, 2:12-21

b) Do epicurista. não há nada melhor do que comer, beber e gozar a vida, 2:24-26

II. Cap. 3

O ponto de vista do homem natural acerca da cansativa rotina da vida.

1. Há um tempo para tudo, v. 1-8

2. A conclusão do materialista, v. 13-22

III. Cap. 4

1. O estudo dos males sociais afasta da fé, v. 1-15

2. Conclusão. tudo é sem sentido e inútil, v. 16

IV. Cap. 5

1. Conselhos acerca dos deveres religiosos, v. 1-7

2. A insignificância das riquezas, v. 9-17

3. A conclusão é. comer, beber e gozar a vida, v. 18-20

V. Cap. 6

A falta de sentido de uma vida longa, v. 3-12

VI. Cap. 7

1. Série de ditos sábios, v. 1-24

2. Conclusões acerca da mulher má, v. 25-28

VII. Cap. 8

1. Deveres civis, v. 1-5

2. A incerteza da vida, v. 6-8

3. A certeza do juízo divino e as injustiças da vida, v. 10-14

4. A conclusão epicurista, v. 15

5. A obra de Deus e o homem, v. 16,17

VIII. Cap. 9

1. Coisas similares sucedem aos justos e aos maus; o túmulo é a meta da vida, o

homem é uma criatura de circunstâncias. Conclusão epicurista. “Comamos e bebamos,

porque amanhã morreremos”, v. 1-9

2. A sabedoria é preeminente, ainda que às vezes não seja apreciada, v. 13-18

IX. Cap. 10

Vários ditos sábios, o contraste entre a sabedoria e a insensatez etc.

X. Cap. 11

1. Conselhos acerca da generosidade, v. 1-6

2. Conselhos ao jovem, v. 9,10

XI. Cap. 12

1. Descrição poética da velhice, v. 1-7

2. Últimas palavras do mestre (ou pregador) e conclusão final acerca do dever

primordial do homem, v. 8-14

PROVÉRBIOS




Coleção de máximas morais e religiosas que instruem acerca da maneira correta de

viver. Também contêm discursos breves sobre sabedoria, justiça, temperança, trabalho,

pureza etc.

Nesses ditos concretos e expressivos, descreve-se o grande contraste entre a sabedoria e

a insensatez, entre a justiça e o pecado.

Autores: Acredita-se que Salomão escreveu grande número dos provérbios, ainda que

talvez os que componham o livro não sejam originariamente seus. Os capítulos 30 e 31

trazem as palavras de Agur e de Lemuel.

Propósito: Dar instrução moral, especialmente aos jovens.

Texto-chave: 1:4.

Expressão-chave: “O temor do Senhor”. Ocorre cerca de catorze vezes.

SINOPSE

I. Conselhos paternais e advertências, com exortações acerca da obtenção de

sabedoria, caps. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7

II. Chamado da sabedoria, caps. 8 e 9

III. Provérbios de Salomão — contraste entre o bem e o mal, a sabedoria e a

insensatez, caps. 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20

IV. Máximas proverbiais e conselhos, caps. 21, 22, 23, 24

V. Provérbios de Salomão, copiados por homens do rei Ezequias, caps. 25, 26, 27,

28, 29

VI. Palavras de Agur, o profeta, cap. 30

VII. Palavras do rei Lemuel. conselho de uma mãe, 31:1-9; descrição da esposa

ideal, 31:10-31

Passagens notáveis

Sabedoria: seu chamado, 1:20-23; cap. 8; sua fonte, 2:6; sua preciosidade, 3:13-26; a

coisa principal, 4:5-13; o tesouro mais valioso, 8:11-36; sua festa, 9:1-6.

Tópicos abordados

Ira, 14:17,29; 15:18; 16:32; 19:11.

Generosidade, 3:9,10; 11:24-26; 14:21; 19:17; 22:9.

Correção dos filhos, 13:24; 19:18; 22:6,15; 23:13,14.

Os tentadores, 4:14; 9:13; 16:29.

O temor do Senhor, 1:7; 3:7; 9:10; 10:27; 14:26,27; 15:16,33; 16:6; 19:23; 23:17; 24:21.

Insensatos: caluniadores, 10:18; de vida curta, 10:21; desordeiros, 10:23;

hipócritas, 12:15; irritáveis, 12:16; zombam do pecado, 14:9; falam insensatez, 15:2;

insensíveis, 17:10; perigosos, 17:12; iludidos, 17:24; intrometidos, 20:3; desprezam

a sabedoria, 23:9; estúpidos, 27:22; autoconfiantes, 14:16; 28:26; incautos, 29:11.

Amizade, 17:17; 18:24; 19:4; 27:10,17.

Conhecimento divino, 15:11; 21:2; 24:12.

Diligência, 6:6-11; 10:4,5; 12:27; 13:4; 15:19; 18:9; 19:15,24; 20:4,13; 22:13; 24:30-34;

26:13-16.

Opressão, 14:31; 22:22; 28:16.

Orgulho, 6:17; 11:2; 13:10; 15:25; 16:18,19; 18:12; 21:4,24; 29:23; 30:13.

Prudência, 12:23; 13:16; 14:8,15,18; 15:5; 16:21; 18:15; 27:12.

Zombadores, 3:34; 9:7; 14:6; 19:25; 24:9.

Contenda, 3:30; 10:12; 15:18; 16:28; 17:1,14,19; 18:6,19; 20:3; 22:10; 25:8; 30:33.

Temperança, 20:1; 21:17; 23:1-3,20; 23:29-35; 25:16; 31:4-7.

A língua, 4:24; 10:11-32; 12:6,18,22; 13:3; 14:3; 15:1-7,23; 16:13,23,27; 17:4;

18:7,21; 19:1; 20:19; 21:23; 26:28; 30:32.

Ganho injusto, 10:2; 13:11; 21:6; 28:8.

Riqueza, 10:2,15; 11:4,28; 13:7,11; 15:6; 16:8; 18:11; 19:4; 27:24; 28:6,22.

Mulheres más, 2:16-19; 5:3-14,20,23; 6:24-35; 7:5-27; 9:13-18.

Mulheres virtuosas, 5:18,19; 31:10-31.

Lição espiritual

Salomão foi guia mais que exemplo. Mostrou o caminho da sabedoria, mas na última

parte de sua vida não andou por ele. Seu filho, Roboão, seguiu seu exemplo, em vez de

seus conselhos, tornando-se um governante insensato e mau.

SALMOS




São 150 cânticos e poemas espirituais usados em cultos e devocionais da igreja em

todas as épocas: Compunham o hinário do Segundo Templo.

Os temas predominantes são a oração e o louvor, mas o livro de Salmos cobre grande

variedade de experiências religiosas.

São citados no NT mais que qualquer outro livro, exceto Isaías.

São com freqüência chamados Salmos de Davi porque esse rei foi o autor de grande

número deles.

Autores: Não se sabe quem é o autor de grande parte dos salmos: É provável que, em

alguns casos, a autoria atribuída a certos salmos refira-se ao compilador.

A seguinte lista de autores foi extraída de várias versões das Escrituras: atribuídos a

Davi, 73; aos coraítas, 11; a Asafe, 12; a Hemã, 1; a Etã, 1; a Salomão, 2; a Moisés, 1; a

Ageu, 1; a Zacarias, 1; a Ezequias, número incerto; a Esdras, 1. Os restantes são

anônimos.

Salmos messiânicos

Damos a seguir alguns dos salmos que contêm referências diretas ou simbólicas a

Cristo.

Cristo como Rei, 2; 45; 72; 110; 132:11.

Seus sofrimentos, 22; 41; 55:12-14; 69:20,21.

Sua ressurreição, 16.

Sua ascensão, 68:18.

Ordem quanto ao tema

Cada salmo está anotado abaixo sob o tema a que se refere.

O homem

Sua exaltação, 8.

Sua condição de pecador, 10; 14; 36; 55; 59, entre outros.

O mundano e o ímpio

Em contraste com o piedoso, 1; 4; 5.

A demora de seu castigo, 10.

Sua prosperidade, 37; 73.

Seu destino, 9; 11,

A confiança nas riquezas, 49.

Experiências espirituais

Arrependimento, 25; 38; 51; 130.

Perdão, 32.

Conversão, 40.

Consagração, 116.

Confiança, 3; 16; 20; 23; 27; 31; 34; 42; 61; 62; 91; 121.

Capacidade de ser ensinado, 25.

Aspiração, 42; 63; 143.

Oração, 55; 70; 77; 85; 86; 142; 143.

Louvor, 96; 98; 100; 103; 107; 136; 145; 148; 149; 150.

Adoração, 43; 84; 100; 122; 132.

Aflição, 6; 13; 22; 69; 88; 102.

Velhice, 71.

Vida fugaz, 39; 49; 90.

O lar, 127.

Nostalgia, 137.

A igreja (simbolizada)

Sua segurança, 46.

Sua glória, 48; 87.

O amor para com ela, 84; 122.

A unidade nela, 133.

A Palavra de Deus, 19; 119.

Missionários, 67; 72; 96; 98.

O dever dos governantes, 82; 101.

Atributos divinos

Sabedoria, majestade e poder, 18; 19; 29; 62; 66; 89; 93; 97; 99; 118; 147.

Misericórdia, 32; 85; 136.

Conhecimento infinito, 139.

Poder criativo, 33; 89; 104.

As experiências de Israel

Incredulidade, 78.

Sua desolação e aflição, 79; 80.

Sua reincidência, 81.

A providência divina, 105; 106; 114.

Ver tb: Lc 20:42




Autor: Desconhecido.

Data: É objeto de grande discussão. Considerado por muitos estudiosos o livro mais

antigo da Bíblia; outros o colocam em data tão recente quanto a época do Exílio.

Lugar: A terra de Uz.

Tema principal: O problema da aflição de Jó.

SINOPSE

O livro é poético e pictórico em suas descrições, podendo ser dividido em doze cenas.

Cena 1

Jó e sua família antes da aflição. Jó aparece como pai piedoso, não prejudicado pela

prosperidade, ministrando como sacerdote de sua numerosa família, 1:5.

Cena 2

Satanás entra na presença divina e insinua que Jó serve a Deus por causa de favores

especiais, 1:9-11.

Deus permite a Satanás provar Jó com a perda das possessões e dos filhos, 1:12-20.Jó

retém sua integridade, 1:21,22.

Cena 3

Satanás volta à presença divina, declarando que Jó amaldiçoaria a Deus se fosse afligido

no próprio corpo, 2:1-5.

Deus permite que Satanás atinja Jó com horrível enfermidade, 2:7,8.

O conselho blasfemo da esposa e a submissão triunfante de Jó, 2:9,10.

Cena 4

A chegada dos três amigos de Jó e os sete dias de silenciosa condolência, 2:11-13.

Cena 5

A paciência de Jó começa a acabar, e ele expressa sua queixa, cap. 3.

Cena 6

Amargas e infrutíferas discussões acerca das aflições de Jó entre este e seus três amigos.

Os amigos sustentam que o sofrimento é resultado de pecado pessoal. Jó defende sua

inocência, caps. 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24,

25, 26, 27, 28, 29, 30, 31.

Cena 7

Eliú entra na discussão, caps. 32, 33, 34, 35, 36, 37.

Cena 8

De um redemoinho, o Senhor responde a Jó com palavras de luz e repreensão, caps. 38

e 39.

Cena 9

A confissão de Jó, 40:3-5.

Cena 10

O Senhor fala pela segunda vez, 40:7—41:34.

Cena 11

A segunda confissão de Jó, 42:1-6.

O Senhor repreende Elifaz, Bildade e Zofar por suas palavras insensatas e ordena-lhes

que ofereçam sacrifícios, 42:7-9.

Cena 12

Jó ora pelos amigos; sua própria prosperidade é restaurada, e ele morre em avançada

idade, 42:10-17.

Lições espirituais

O poder maligno de Satanás sobre a vida humana.

O uso do sofrimento no plano divino como meio de aperfeiçoar o caráter.

Passagem notável

O discurso de Jó sobre a sabedoria, cap. 28.

Ver tb: Et 10:3

ESTER




Autor: Desconhecido.

Caráter canônico: A inclusão do livro no cânon das Escrituras tem sido muito

contestada. O nome de Deus não aparece nele, enquanto um rei pagão é mencionado

mais de 150 vezes. Não há referência à oração nem a qualquer tipo de serviço espiritual,

com a possível exceção do jejum.

Mensagem espiritual: Sem dúvida, ocupa lugar na Palavra de Deus pelo ensino velado

da providência protetora para com o povo de Deus e a certeza da retribuição que alcança

os inimigos.

Tema principal: A libertação dos judeus por meio da rainha Ester (v. análise de sua

vida em 1338).

Texto-chave: 4:14.

SINOPSE

Os eventos principais da história giram em torno de três festas.

I. A festa de Xerxes (Assuero)

1. No sétimo dia, quando o rei está alegre devido ao vinho, a rainha Vasti desobedece à

ordem de comparecer perante os príncipes reunidos, 1:1-12

2. O rei, furioso, aceita o conselho de seus sábios e destrona a rainha, 1:13-22

3. Depois de procurarem por todo o reino a nova rainha, Ester, judia, foi escolhida,

2:1-17

II. A festa de Ester

1. Mardoqueu, judeu, pai adotivo da rainha, salva a vida do rei, 2:7,21,23

2. Ascensão de Hamã e a recusa de Mardoqueu em honrá-lo; a fúria de Hamã e sua

decisão de destruir todos os judeus, 3:1-15

3. Luto dos judeus por causa do complô de Hamã, 4:1-4

4. A determinação heróica de Ester de comparecer perante o rei com um plano que

pode frustrar o complô, 4:5-17

5. Ester, ao ser recebida, convida o rei e Hamã para uma festa, 5:1-8

6. Hamã prepara uma forca para Mardoqueu, 5:9-14

7. Em uma noite de insônia, o rei examina os registros da corte e descobre que

Mardoqueu não havia sido recompensado por salvar a vida do rei, 6:1-3

8. A vaidade de Hamã resulta na própria humilhação e em grande honra para

Mardoqueu, 6:4-11

9. A festa de Ester; descoberto o complô de Hamã, que é pendurado na forca que havia

preparado para Mardoqueu, cap. 7

III. A Festa de Purim

1. Eventos preliminares

a) O rei autoriza a vingança dos judeus contra os inimigos, cap. 8

b) A vingança executada, cap. 9

2. A festa instituída, 9:20-31

3. A exaltação de Mardoqueu, cap. 10

NEEMIAS




Nos manuscritos hebraicos, os livros de Esdras e Neemias aparecem como um só livro.

Autor (ou compilador): Indeterminado. Muitos estudiosos consideram grande parte do

livro uma autobiografia de Neemias.

Texto-chave: 6:3.

Temas principais: A reconstrução dos muros de Jerusalém; a repetição de certas leis

divinas; a restauração das ordenanças antigas.

SINOPSE

I. Estudo dos tipos

1. Tema. A reconstrução dos muros de Jerusalém considerada um tipo do crescimento

do Reino de Deus na terra

a) Os muros derrubados (1:3) — tipo das defesas debilitadas do Reino de Deus

b) A temporada preliminar de jejum e oração (1:4-11) — tipo da atitude mental que

deve preceder todos os grandes empreendimentos espirituais

c) O sacrifício de Neemias de seu importante posto pelo bem da causa (2:5) — tipo do

serviço sacrificial necessário sempre que se leva a cabo uma grande obra

d) A inspeção da cidade à noite (2:15,16) — tipo da necessidade de enfrentar os fatos

antes de iniciar o trabalho

e) A procura por cooperação (2:17,18) — tipo do elemento essencial à toda obra

bem-sucedida

f) Recrutamento de todas as classes (cap. 3) — tipo da importância da organização

completa

2. Podemos empregar os mesmos métodos para vencer obstáculos na obra espiritual

a) O escárnio (2:19), vencido pela confiança em Deus, 2:20

b) A ira e o desprezo (4:3), vencidos pela oração e pelo trabalho árduo, 4:4-6

c) A conspiração (4:7,8), vencida pela vigilância e pela oração, 4:9

d) O desânimo dos amigos (4:10-12), vencido com a coragem constante, 4:13,14

e) A ganância (5:1-5), vencida pela repreensão e pelo exemplo de abnegação, 5:6-17

f) A obra é concluída, e os inimigos ficam perplexos pelo constante esforço, 6:1-15

II. Eventos finais

1. Repetição e exposição do Livro da Lei, cap. 8

2. Confissão dos sacerdotes e dos levitas e a confirmação da aliança, caps. 9 e 10

3. Convocação do povo para habitar Jerusalém, cap. 11

4. Dedicação do muro, cap. 12

5. Reformas sociais e religiosas, cap. 13

ASSUERO (Veja)

ESDRAS


Autor: Desconhecido. Crê-se que Esdras, embora não seja o autor de todo o livro, tenha

compilado as partes que não escreveu. Esdras, de descendência sacerdotal, foi judeu

exilado na Babilônia, 7:1-6 (v. 1286).

Temas principais: O regresso dos judeus do cativeiro na Babilônia; a reconstrução do

Templo; início de reformas sociais e religiosas.

Mensagem espiritual: O poder da Palavra de Deus na vida humana. Referido como a

Palavra de Deus, 1:1; 9:4; Lei (Livro) de Moisés, 3:2; 6:18; 7:6; mandamentos, 6:14;

10:3; Lei do Senhor, 7:10,14.

SINOPSE

I. O regresso da primeira colônia de judeus sob a liderança de Zorobabel, caps. 1,

2, 3, 4, 5, 6

1. Autorizado pelo rei Ciro, 1:1-4

2. Nome dos remanescentes que voltaram, os sacerdotes, os levitas, os descendentes

dos servos de Salomão e suas possessões e ofertas, cap. 2

II. Suas construções

1. Constroem o altar e estabelecem o culto, 3:1-6

2. Lançam os alicerces do Templo, 3:8-13

3. O povo da terra deseja unir-se à obra, 4:1-2

4. Quando sua oferta é rejeitada, opõem-se violentamente, causando a paralisação da

obra, 4:4-24

5. Após longa demora, reiniciam a obra, graças a um decreto de Dario, caps. 5 e 6

6. Término e dedicação do Templo; observância dos ritos antigos, 6:15-22

III. Regresso da segunda colônia sob a direção de Esdras, autorizado pelo rei

Artaxerxes, caps. 7, 8, 9, 10

1. Lista dos exilados que regressaram em companhia de Esdras e sua chegada a

Jerusalém, cap. 8.

2. A correção dos males sociais realizada por Esdras, cap. 9 e 10

A obra literária e religiosa de Esdras

Atribui-se a ele a autoria de vários salmos, especialmente o salmo 119.

Antiga tradição atribui a Esdras a autoria de 1 e 2Crônicas, mas isso não se pode

provar.

Associou-se com Neemias para iniciar um avivamento pelo estudo das Escrituras, Ne 8.

Acredita-se que seja ele o criador da sinagoga e o compilador da maioria dos livros do

AT.

Passagens notáveis

A sublime confiança de Esdras na proteção divina, quando chamado a levar valiosos

tesouros através de lugares perigosos, 8:21-32.

A oração e confissão de Esdras pelo povo, 9:5-15.

2CRÔNICAS




Este livro é a continuação de 1Crônicas e um suplemento aos livros de Reis.

A história de Judá narrada aqui é, em termos gerais, um quadro sombrio de instabilidade

e apostasia, mesclada com períodos de reforma espiritual.

Particularidades: O elemento espiritual é mais destacado em Crônicas que em Reis.

Veja abaixo “Os cinco períodos de reforma”.

Outros fatos que somente 2Crônicas apresenta:

O piedoso discurso de Abias, 13:5-12.

Asa esquece-se de Deus, 16:12.

Alianças insensatas de Josafá, 20:35.

A causa da lepra de Uzias, 26:16-21.

Cativeiro e libertação de Manassés, 33:11-13.

Cinco períodos de reforma

1. Sob o rei Asa, cap. 15.

2. Sob o rei Josafá, 17:6-10.

3. Sob o sacerdote Joiada e o rei Joás, 23:16-19.

4. Sob o rei Ezequias, caps. 29, 30, 31.

5. Sob o rei Josias, caps. 34 e 35.

SINOPSE

I. O reinado de Salomão

1. Os sacrifícios de Salomão em Gibeom e sua sábia escolha, cap. 1

2. A construção do Templo, caps. 2, 3, 4

3. A glória do Senhor enche a casa, cap. 5

4. A oração de Salomão na dedicação do Templo, cap. 6

5. O Senhor aparece de novo a Salomão de noite, cap. 7

6. A prosperidade e a fama de Salomão, cap. 8

7. A visita da rainha de Sabá e a morte de Salomão, cap. 9

II. A insensatez de Roboão, que causou a divisão do reino, cap. 10

III. A história de vários reinados, de Roboão a Zedequias

Abias, cap. 13; Asa, caps. 14 e 16; Josafá, caps. 17, 18, 19, 20; Jorão, cap. 21;

Acazias, 22:1-9; Atalia (rainha), 22:10—23:15; Joás, cap. 24; Amazias, cap. 25;

Uzias, cap. 26; Jotão, cap. 27; Acaz, cap. 28; Ezequias, caps. 29, 30, 31, 32;

Manassés, 33:1-20; Amom, 33:21-25; Josias, caps. 34 e 35; Jeoacaz, 36:1-3;

Jeoaquim, 36:4-8; Joaquim, 36:9-10; Zedequias, 36:11-13.

Mensagem espiritual: O poder da oração para obter êxito e vitória, 11:16; 13:13-18;

14:11; 15:12; 17:4; 20:3; 26:5; 27:6; 30:18-20; 31:21; 32:20; 34:3.

Lições espirituais

A preeminência da sabedoria, 1:7-12.

A glória do Senhor enche o Templo, 5:13,14.

O espírito de louvor torna invencível o povo de Deus, 20:20-25.

1 CRÔNICAS



Autor: Indeterminado. Crê-se que tenha sido revisado por Esdras. No texto hebraico, 1

e 2Crônicas são um só livro.

Período: Provavelmente foi escrito durante ou logo após o Exílio. Pode ser considerado

um suplemento aos livros de 1 e 2Samuel e 1 e 2Reis. Algumas descrições históricas

são quase idênticas às dos livros anteriores.

Tema principal: A soberania de Deus, 4:9,10; 5:20; 11:14; 12:18; 14:2,10,14,15.

Personagem central: Davi (v. a história de sua vida em 1058 e 4303).

Particularidades: Os livros de Samuel e de Reis referem-se a eventos de ambos os

reinos, enquanto Crônicas se ocupa quase exclusivamente da história de Judá.

SINOPSE

I. Genealogias e morte de Saul

1. Genealogias, caps. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9

2. Derrota e morte de Saul, cap. 10

II. O reinado de Davi

1. Sua ascensão ao trono; a tomada de Jerusalém; seus homens e seu poderoso exército,

caps. 11 e 12

2. O erro de tentar transportar a arca em um carro novo, cap. 13

3. Vitória sobre os filisteus, cap. 14

4. A arca trazida a Jerusalém, cap. 15

5. A grande festa de regozijo, cap. 16

6. O desejo de construir um templo para o Senhor não lhe é concedido, cap. 17

7. As grandes vitórias militares, caps. 18, 19, 20

8. O censo pecaminoso, cap. 21

9. Os materiais para a construção do Templo, a cargo de Salomão, cap. 22

10. A organização dos assuntos do reino, caps. 23, 24, 25, 26, 27

11. Últimas instruções de Davi ao povo e a Salomão; Salomão torna-se rei, caps. 28 e

29; morte de Davi, 29:28

Passagens notáveis

A oração de Jabez, 4:10.

Davi derrama a água do poço de Belém, 11:17-19.

O salmo de Davi, 16:7-36.

Descrição do coro e da orquestra de Davi, cap. 25.

Última bênção e oração de Davi, 29:10-19.


O diagrama mostra o nível moral da vida dos reis de Judá, cujo exemplo foi seguido

pelo povo — levando o reino à queda. Reis como Davi, Asa, Jeosafá, Joás, Jotão,

Ezequias e Josias foram gigantes espirituais, apesar de seus defeitos.

Devido a esses governantes, a nação ficou a salvo da destruição por um longo período.

A grande maioria dos reis, no entanto, como revela o desenho, não viveu no plano

elevado da justiça, mas desceu a pecados graves e à idolatria, trazendo o juízo divino

que resultou no cativeiro babilônico.

2 REIS



Continuação de 1Reis.

Autor: Desconhecido.

Tema principal: A história dos reinos de Israel e Judá, desde a última parte do reinado

de Acazias em Israel, e de Jorão em Judá, até o tempo dos cativeiros.

Quanto à história de Israel, é um quadro sombrio de governantes degenerados e de gente

pecadora, que resultou na escravidão.

O reino de Judá também se estava degradando, mas o juízo não o atingiu tão depressa

devido à influência de alguns reis bons que reinaram nesse período (v. 4241).

A maior parte do livro é dedicada à vida dos profetas Elias e Eliseu.

Mensagem espiritual: A influência poderosa dos governantes sobre a nação.

SINOPSE

I. Últimos dias de Elias

1. Pede fogo do céu para destruir os inimigos, 1:9-12

2. A divisão do rio Jordão, 2:8

3. Seu traslado, 2:11 (v. 1245 e 4305)

II. A história de Eliseu

1. Pede uma porção dobrada de graça, 2:9

2. Divide o Jordão, 2:14

3. Sara as águas, 2:19-22

4. Amaldiçoa os rapazes que zombaram dele, 2:23,24

5. Consegue água para um exército, 3:15-20

6. Aumenta o azeite da viúva, 4:1-7

7. Ressuscita um menino, 4:18-37

8. Purifica o alimento nocivo, 4:38-41

9. Alimenta a multidão, 4:42-44

10. Cura Naamã, o leproso, 5:5-15

11. Faz Geazi ficar leproso, 5:20-27

12. Faz flutuar o ferro de um machado, 6:1-7

13. Revela os planos do rei da Síria, cap. 6:8-17

14. Provoca cegueira nos sírios, 6:18-20

15. Profetiza abundância a uma cidade açoitada pela fome, 7:1-18

16. Garante à mulher sunamita a restituição de suas terras, 8:3-6

17. Profetiza a exaltação de Hazael, 8:7-15

18. Ordena a unção de Jeú como rei, 9:1-6

19. Conserva o poder profético até em seu leito de morte, 13:14-19

20. O poder divino manifesta-se em seu túmulo, após sua morte, 13:20-21

O segredo de seu poder — seu desejo de receber porção dobrada de graça capacitou-o

a viver em atitude de contínua vitória. V. 1250 e 4306.

III. Outros eventos notáveis na história de Judá e de Israel

1. Execução do juízo divino de Jeú sobre Jorão, Acazias, Jezabel, setenta filhos de

Acabe e os adoradores de Baal, caps. 9 e 10

2. O bom reinado de Joás, caps. 11 e 12

3. Os reinados de reis perversos em Israel, seguidos pelo cativeiro das dez tribos, caps.

13, 14, 15, 16, 17

4. O bom reinado de Ezequias, caps. 18, 19, 20

5. O perverso reinado de Manassés, cap. 21

6. Josias, o último dos reis bons, caps. 22 e 23

7. Uma série de reis perversos em Judá conduzem ao cativeiro da nação e à destruição

de Jerusalém, cap. 25

1 REIS




Título: No texto hebraico, 1 e 2Reis aparecem como um só livro. A divisão pode ter

sido feita para conveniência dos leitores gregos.

Autor: Desconhecido.

SINOPSE

I. A história do reinado de Salomão

1. Eventos iniciais

A morte de Davi e a ascensão de Salomão, seu filho, caps. 1 e 2.

2. Primeiros anos do reinado de Salomão, a idade de ouro de Israel, famosa...

a) Pela sábia escolha do rei, 3:5-14

b) Por seu sábio juízo, 3:16-28

c) Por sua sobressalente sabedoria, 4:29-34

d) Pelo crescimento de seus domínios, 4:21

e) Pelo esplendor de sua corte e de seus palácios, 4:22-28; 7:1-12

f) Pela edificação do Templo, caps. 5 e 6

g) Pelos outros edifícios e por sua grande riqueza, 9:17-23; 10:14-29

h) Pela visita da rainha de Sabá, 10:1-13

3. Os últimos anos de seu reinado. Decadência provocada...

a) Por seu luxo extravagante, 10:14-29

b) Por sua notória sensualidade, 11:1-3

c) Por sua apostasia, 11:4-8

d) Pelos inimigos que o Senhor levantou contra ele, 11:14-40

II. A história dos reinos de Judá e Israel

Da morte de Salomão à elevação de Jorão, em Judá, e da elevação de Jeroboão ao

reinado de Acazias, em Israel.

1. Divisão do reino devido à insensatez de Roboão, filho de Salomão, 11:43—12:19

2. Rebelião das dez tribos e elevação de Jeroboão a rei de Israel, 12:20

3. História comparativa dos dois reinos

a) Os reinados em Judá de Roboão, Abias, Asa e Josafá, 12:1, 13, 14, 15, 16, 17, 18,

19, 20, 21, 22:50

b) Os reinados perversos em Israel de Jeroboão, Nadabe, Baasa, Elá, Zinri, Onri,

Acabe e Acazias, 12:20, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20,21, 22:53

Personagem heróico: O profeta Elias.

1. Resumo de sua vida (v. 1245 e 4305).

2. Suas profecias (v. 1246).

3. Seus milagres (v. 2496).

Passagens notáveis

A sábia escolha de Salomão, 3:5-14.

A oração de Salomão na dedicação do Templo, 8:22-53.

O ministério de Elias, caps. 17, 18, 19; 21.

Chamada de Eliseu, 19:19-21.

2 SAMUEL



Autor: Desconhecido.

Tema principal: O reinado de Davi (v. 1058 e 4303).

SINOPSE

I. Primeiro período

Os primeiros anos do reinado. Nesse período, o rei, embora tomasse parte em

campanhas militares, comuns na época, manifestou disposição espiritual.

1. Eventos preliminares

a) Execução do amalequita que matou o rei Saul, 1:2-16

b) O lamento de Davi por Saul e Jônatas, 1:17-27

2. Davi é ungido rei de Judá, 2:4

3. A batalha entre os seguidores de Davi e os servos de Is-Bosete, 2:8-32

4. Fatos que indicam a devoção do rei

a) Sua busca por direção divina, 2:1

b) Castigo aos que buscaram ganhar seu favor assassinando seu rival, 4:5-12

c) Seu discernimento, depois de exaltado à posição de rei de Israel, ao reconhecer que

sua elevação viera de Deus, 5:1-12

d) Sua humildade ao atribuir seu êxito militar ao poder divino, 5:20

e) Seu entusiasmo pela volta da arca da aliança a Jerusalém, 6:1-5

f) Seu desejo de erigir um templo ao Senhor e a dedicação de grande riqueza para sua

construção, caps. 7 e 8

g) Sua amabilidade para com o filho de Jônatas, cap. 9

II. Período médio

1. O grande êxito militar do rei, cap. 10

2. Sua queda e castigo

a) Sua tentação, 11:1,2

b) Destrói um lar e assassina Urias, cap. 11

c) O juízo divino o alcança: a denúncia do profeta Natã, 12:1-14; a morte da criança,

12:15-19; o crime de seu filho Amnom, 13:1-20; a rebelião de seu filho Absalão,

caps. 15, 16, 17, 18

III. Período final

Os últimos anos de Davi, caps. 20, 21, 22, 23, 24 (v. outras referências à carreira de

Davi em 1058 e 4303).

Passagens notáveis

Generosidade de Davi para com Mefibosete, cap. 9.

A parábola de Natã, 12:1-6.

O salmo de ação de graças de Davi, cap. 22.

1 SAMUEL



Autor: Desconhecido.

A história: Gira ao redor de três pessoas.

1. Samuel, o último dos juízes (v. 3488 e 4302).

2. Saul, o primeiro rei de Israel (v. 3563).

3. Davi, o rei modelo de Israel (v. 1058 e 4303).

Período: De transição — final do tempo dos juízes e estabelecimento da monarquia.

SINOPSE (temas e eventos principais)

I. Nascimento e dedicação de Samuel, cap. 1

II. Fracasso de Eli como juiz e pai, 2:12-36

III. Chamado de Samuel e sua infância maravilhosa, cap. 3

IV. Captura e retorno da arca da aliança, caps. 4, 5, 6

V. Derrota dos filisteus por meio da oração de Samuel, cap. 7

VI. Clamor de Israel por um rei, cap. 8

VII. Saul é escolhido e ungido rei, caps. 9 e 10

VIII. Primeira batalha de Saul, cap. 11

IX. Samuel proclama a monarquia e adverte o povo acerca da presunção de pedir

um rei, cap. 12

X. Obstinação de Saul e a profecia de Samuel, cap. 13

XI. Libertação de Israel por Jônatas, 14:1-16

XII. A obediência é melhor que o sacrifício, 15:1-23

XIII. Davi é ungido rei, cap. 16

XIV. Davi mata o gigante Golias, cap. 17

XV. A amizade de Davi e Jônatas, cap. 18

XVI. Saul persegue Davi, 18:9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27:4

XVII. Últimos anos do reinado de Saul e seu suicídio, caps. 26, 27, 28, 29, 30, 31

Mensagem espiritual: A oração, elemento dominante na vida de Samuel.

Nascido em resposta à oração, 1:10-28.

Seu nome significa “pedido a Deus”, 1:20.

Sua oração trouxe libertação em Mispá, 7:2-13.

Sua oração quando Israel insistiu em ter um rei, 8:21.

Sua oração incessante pelo povo, 12:23.

Cinco desvios da lei divina que resultaram em sofrimento

1. Poligamia, 1:6.

2. Indulgência paterna, 2:22-25; 8:1-5.

3. Confiança em objetos sagrados, 4:3.

4. Impaciência, 13:8,9.

5. Obediência parcial, cap. 15.

RUTE




A bela história de Rute é considerada uma gema literária. É um dos dois livros da Bíblia

em que uma mulher é a personagem principal — Rute, moabita que se casou com um

hebreu, e Ester, judia que se casou com um rei não-judeu.

Autor: Desconhecido, possivelmente Samuel.

Período: A época dos juízes.

Tema principal: Como a vida de uma jovem moabita foi enriquecida...

Por meio da constância e de uma sábia eleição, 1:16.

Por meio de um trabalho humilde, 2:2-3.

Ao aceitar o conselho de uma amiga mais idosa, 3:1-5.

Por meio de uma aliança providencial, 4:10,11.

Por sua exaltação à linhagem real, 4:13-17.

Propósito: Como uma mulher gentia se converteu em ascendente de Cristo.

SINOPSE (análise histórica)

I. Sua permanência em Moabe, 1:1-5

II. Seu triste regresso a casa, 1:6-22

II. Rute respiga nos campos de Boaz, cap. 2

IV. Seu casamento com Boaz, 4:13

V. Nascimento de seu filho, avô de Davi, 4:13-16

VI. Genealogia de Davi, 4:18-22

JUÍZES




O livro descreve uma série de quedas do povo de Deus na idolatria, seguidas por

invasões da Terra Prometida e servidão aos inimigos.

Tendo como centro a personalidade dos juízes levantados como libertadores de Israel, a

narrativa ressalta especialmente o lado obscuro do panorama.

O estudo das datas parece mostrar que o povo manteve lealdade exterior ao Senhor

durante um período de tempo maior do que poderia indicar a leitura casual do livro.

Autor: Desconhecido. A tradição atribui o livro a Samuel.

Tema principal: A história de Israel durante o tempo dos catorze juízes.

SINOPSE

Três períodos em que se pode dividir o livro:

I. Período imediatamente após a morte de Josué, 1:1—2:10

II. Período das sete apostasias, dos seis períodos de servidão e da guerra civil, caps.

3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16

1. Primeira servidão, à Mesopotâmia (juiz: Otoniel), 3:5-9

2. Segunda servidão, a Moabe (juízes: Eúde e Sangar), 3:12-31

3. Terceira servidão, a Jabim e Sísera (juízes: Débora e Baraque), 4:1-23

4. Quarta servidão, aos midianitas (juiz: Gideão), caps. 6 e 7

5. A guerra civil (juízes: Abimeleque, Tolá e Jair), 8:33, 9, 10:1-5

6. Quinta servidão, aos filisteus e aos amonitas (juízes: Jefté, Ibsã, Elom e Abdom),

caps. 10, 11, 12

7. Sexta servidão, aos filisteus (juiz: Sansão), caps. 13, 14, 15, 16

III. Período de confusão e anarquia, caps. 17, 18, 19, 20, 21

Mensagens espirituais

O fracasso humano e a misericórdia e libertação divinas.

O poder da oração que, nas emergências, se converte em verdadeiro clamor a Deus.

Observe a repetida declaração de que os israelitas “clamaram” ao Senhor (v. 4089).

Livro afim: Gálatas. Compare a nova queda de Israel na idolatria com a reincidência da

igreja da Galácia no cerimonialismo.

Estudo de personagens

Débora, a patriota (v. 1059).

Gideão, o valente poderoso (v. 1592 e 4301).

Jefté, o homem do voto precipitado (v. 1922).

Sansão, o forte fraco (v. 3497).

JOSUÉ




Autor: Indeterminado, provavelmente Josué.

Tema principal: A conquista e a divisão da terra de Canaã.

Pensamento-chave: Como obter êxito nas lutas da vida, 1:8,9.

SINOPSE (análise histórica)

I. A invasão da terra, caps. 1, 2, 3, 4, 5

II. A queda de Jericó, cap. 6

III. A batalha em Ai; Israel em Ebal e Gerizim, caps. 7 e 8

IV. A conquista do sul, cap. 10

V. A conquista do norte e a lista dos reis mortos, caps. 11 e 12

VI. A divisão da terra; a designação das cidades de refúgio etc., caps. 13, 14, 15, 16,

17, 18, 19, 20, 21, 22

VII. Palavras de despedida e morte de Josué, caps. 23 e 24

Lição principal: A certeza do cumprimento dos propósitos divinos. Vê-se isto...

Nos juízos sobre os cananeus devido aos seus grandes pecados.

Nos descendentes de Abraão, pelo fato de possuírem a terra de acordo com a

promessa de Deus, Gn 12:7.

Tipos

De acordo com uma concepção comum, a travessia do Jordão representa a morte, e

Canaã, o céu. Damos, a seguir, melhor analogia.

Canaã — tipo da vida cristã mais elevada, que deve ser ganha por meio de luta

espiritual, Rm 7:23.

Os cananeus — tipo de nossos inimigos espirituais, Ef 6:12.

A luta de Israel — tipo da luta da fé, 1Tm 6:12.

O descanso de Israel após a conquista (Js 11:23) — tipo do descanso da alma,

Hb 4:9.

Os cananeus parcialmente subjugados — tipo dos pecados persistentes ainda não

vencidos, Hb 12:1.

Passagens notáveis

Deus anima Josué, 1:1-9.

Palavras de despedida de Josué, 23:1-16; 24:1-27.

Ver tb: Êx 17:9, Êx 24:13